Eu Quero um Amor dos Anos 50

Por: Pablo Mosqueira

 

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Passeio no parque, dedos entrelaçados, beijo na testa, e por aí vai…
poderia ficar a noite inteira citando situações que foram intensamente vividas
naquela época e que nos dias de hoje, é raríssimo de se ver.

A cada dia que passa, eu quero mais e mais um amor dos anos 50. Não o amor
sentimento, mas o amor vivência. Aquele amor abstrato, recôndito e de uma maneira
única, jovial.
Um amor que pra Aristóteles é ”Philia”, ou ”Alegria”. Este que se renova, se alteia, com cada ”eu te amo” dito liricamente e que se torna mais vigoroso à cada manhã.
E por falar nelas, como são belas quando estão acompanhadas de um carinho na testa e um café bem quentinho… Daqueles que vem na xícara de porcelana, feito num bule antigo e simples, mas que por algum motivo faz dele único e incrivelmente gostoso!

Eu quero um amor dos anos 50
Um amor onde o orgulho não tem vez. Onde se amava sem medo, sem imparcialidade. Onde era construído um laço regado por empatia, respeito e muita devoção.

Ah como eu quero um amor dos anos 50… um amor  atemporal, ímpar, e forjado a companheirismo e compaixão.

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